sábado, 7 de março de 2009


Esse foi meu presente da última noite...

Relatos do que sentir.

Ele pode ser o rosto que não esquecerei.
Um traço de prazer ou de tristeza.
Talvez meu tesouro ou o preço que tenho de pagar.
Ele pode ser a música que o verão canta.
Talvez o frescor que o outono tras.
Talvez centenas de coisas diferentes.
No espaço de um dia, ele pode ser a fartura ou a fome.
Pode transformar cada dia num paraíso ou num inferno.
Ele pode ser o espelho do meu sonho, um sorriso refletido na água.
E ele pode não ser o que parece ser dentro de sua concha.
Ele que sempre parece tão feliz na multidão com o olhos tão pessoais ou tão orgulhosos, mas que não podem ser vistos quando choram.
Pode ser o amor que não se deve esperar que dure.
Pode vir para mim como sombras do passado, que me lembrarei até o dia de minha morte.
Ele deve ser a razão para que eu sobreviva, o motivo de eu estar vivo de quem eu cuidarei na alegria e na tristeza.
Eu acolherei seu riso e suas lágrimas e os guardarei como meus souvenirs.
Por onde ele for eu tenho que estar.
O sentido da minha vida é Ele...Ele? Quem é ele? Ele é o meu amor, minha vida, minha paixão... Amor, se resume em uma palavra: Alberto.


[...]

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