segunda-feira, 22 de dezembro de 2008


Que saudade do mar. Onde moro não tem praia, onde vivo não tem chão. Onde planto colho vazio. Onde me encontro é solidão.
Estou aqui no precipício. Estou aqui em princípio. Onde aqui estou, é risco. Onde a tristeza é meu vicio.
Aqui o mundo não tem cor. Aqui o universo não tem favor. A translação giratória, enfim parou. Meu mundo incolor.

13:28:45 hs. 19.12.2008

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