domingo, 25 de janeiro de 2009


As estrelas brilham n'alma
A cada reflexão em verso escrita
São juizos simples que acalma
As cruas dores dos desamores
Nunca de outrem sentidas.

Desta alma frágil que se fez forte,
Que antes malmente desejava a morte,
Vê-se luz no teu gesto querido
Pois das dores tem se despedido.
Tu foi-me pio, deu-me sorte.

Diverte-me com tua palavras.
Me acalenta no colo da esperança
Me abraça com o calor da escrita,
Descreve o calor do abraço,
Possui o lápis com segurança.

Fico olhando "o nada" enquanto a chuva passa
Imaginando uma voz no que foi escrito.
Minha mente vagando em forma de fumaça.
Pensando em cada verso e no que foi vivido.
Vivi todo o livro, Alberto, nada foi perdido.

Anelise Belusso


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