Hoje, o céu aquarelou-se de cinza.
E o vento,
esse que corria entre as árvores,
as fazendo dançar o canto da saudade,
tinha um gosto peculiar de amargura.
Então, fico sentado próximo a janela
e vejo após ela,
uma natureza morta
que em mim hoje se mostra
pelo triste fim,
em cada segundo aqui
dentro
planto no peito o pranto que por fim segue o vento ao canto,
a sinfonia celestial dos fins,
que trará cores ao interior das árvores,
sorrisos e lugares,
alma e jardins.
Ouviria então, o canto dos querubins.
domingo, 11 de janeiro de 2009
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