Eu não tenho mais medo
Dos fantasmas que haviam em mim
Nem da praga que me fizera cruel
Ou da irmandade que cortejava o fim.
Eu perdi o medo da criatura que avulsava o sono
E tinha o dia pra tirar o sorriso que tive
Ou fazer com que ficasse em pleno abandono.
Exaltando a solidão amarga e breve crise.
Saí da sala escura que me encontrava
Abri a janela pra luz do sol entrar
E joguei fora todo o mal e me afastava
A luz invadiu a zona sombria a me procurar.
Alberto Nicco.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
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Um comentário:
pensando bem, essa é uma poesia alegre.
superação é sempre bom sinal.
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